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TRATAMENTO DE SAÚDE PARA DEPENDENTES DO CRACK

TRATAMENTO DE SAÚDE PARA DEPENDENTES DO CRACK

“É preciso aproximar o usuário das estratégias de tratamento. O psiquiatra pode propor uma medicação, se necessário, e o psicólogo mostra o problema para o paciente e ajuda a encontrar a solução, por exemplo”, explica Veras. Jaber afirma que a religião também pode ter um papel importante na recuperação do usuário. "A Associação Mundial de Psiquiatria já tem o departamento de psiquiatria e espiritualidade", exemplifica. "Ou seja: não é bem só religião, mas é o desenvolvimento da espiritualidade. Entram práticas indianas, e outras práticas. Essas abordagens que não são químicas é que devem conduzir o paciente até uma vida normal", explica. Recaída e redução de danos Durante o processo, a recaída é comum. E, por isso, há a defesa de um acompanhamento próximo, seja em uma clínica e/ou em um hospital pelo tempo que for necessário. Veras lembra e defende outra forma de combate ao crack. “O Usuários de crack para qualquer substância, apesar de ter no horizonte a intenção de parar, pode não ocorrer só através da interrupção do uso." “Uma das estratégias norteadoras é o que a gente chama de política de redução do danos. O indivíduo que usa crack reduz os danos quando encontra um lugar protegido para o uso da droga, com o fornecimento de uma alimentação básica e o acompanhamento dos profissionais de saúde." Essa estratégia de manter o uso, ou trocar por uma droga mais suave, em um ambiente controlado, seguro e com acompanhamento é apoiada por mais de 90 países e uma das estratégias recomendadas pela Organização Mundial da Saúde. Para Nacer, é preciso avaliar o perfil de cada usuário: “Em muitos casos não há como você tratar as pessoas sem a abstinência. Redução de danos funciona pra uma parte, outros saem das drogas até pelo esporte”, explica. Medicação Há medicamentos competentes no controle da fissura, a vontade extrema de recorrer à droga. O que os médicos pedem é um uso muito controlado para que um vício não seja trocado por outro e que, em algum momento, a pessoa consiga “caminhar com as próprias pernas” contra o crack. Jaber é um dos psiquiatras que defende um uso muito controlado de remédios: "Sempre procuramos tirar o máximo o possível porque eu tenho um paciente que já é adicto. Ele já se acostumou metabolicamente a ficar dependente de uma substância." Veras e Nacer acreditam no uso como uma das vertentes, mas sem “dopar” a pessoa para evitar a abstinência. Fonte: Globo LIGUE AGORA MESMO E FALE COM UM DOS NOSSOS PSICÓLOGOS OU PELO WTHASAPP (15) 98146-3449 ATENDIMENTO DAS 06:00 DA MANHÃ ATÉ AS 23:00 HORAS

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